Versículos de Salmo 107 do livro de Salmos da Bíblia.
43Reflitam nisso os sábios
e considerem a bondade do Senhor.
NÃO CHORE Olhe ! A raiz de David, o Leão da tribo de Judah alcançou a Vitória ! Apoc.5.5 Porque há um só Deus, e uma só pessoa que une Deus com os seres humanos, - Jesus O Salvador - somente por meio dEle temos acesso ao Pai.(ITim.2:5)
Versículos de Salmo 107 do livro de Salmos da Bíblia.
43Reflitam nisso os sábios
e considerem a bondade do Senhor.
A "FESTA" DA IMUNDÍCIE HUMANA.
Eu não pretendia escrever sobre isso, não por falta de relevância, mas pela obviedade moral do tema. Contudo, após assistir a alguns vídeos que me causaram repulsa, vi-me moralmente obrigado a escrever, pois o que se revela não é apenas alarmante, é o retrato de uma degradação que, ano após ano, se aprofunda.
A verdade é que os tais bloquinhos de Carnaval, tal como se apresentam hoje, já não são festa, são um grave sintoma. Sintoma de uma sociedade que desaprendeu o significado da alegria e passou a confundi-la com promiscuidade, sujeira e devassidão. O que se vê nas ruas não é liberdade, é total abandono, não é celebração, é descontrole e histerismo coletivo, não é cultura popular, é uma caricatura grotesca dela.
A degradação aparece quando a imundície deixa de causar repulsa. Ruas tomadas por urina, fezes, lixo, vômito e corpos largados como coisas. Pessoas reduzidas a impulsos, a instintos, a animais momentaneamente soltos da jaula moral, se é que algum dia estiveram nesta jaula.
Tudo isso tratado como “normal”, “parte da festa”, “expressão do povo”. Quando a sujeira física reflete a sujeira moral, já não se trata apenas de desorganização urbana, mas de rebaixamento humano, de fracasso civilizacional.
A depravação, porém, é ainda mais revoltante.
Ela surge quando essa cena passa a ser defendida com orgulho. Quando a promiscuidade é vendida como empoderamento, quando o obsceno vira “paquera”, quando a nudez grotesca é chamada de autenticidade, quando o vício é tratado como direito cultural.
A devassidão não apenas ocorre, ela é celebrada, patrocinada, incentivada e blindada contra qualquer crítica racional.
A verdadeira alegria eleva e traz paz, o que vemos nos tais bloquinhos rebaixa e traz caos. Alegria verdadeira aproxima, constrói, gera memória, fortalece laços. O que se oferece ali é euforia química produzida por drogas, ruído ensurdecedor e esquecimento momentâneo da própria miséria. Não há riso que permaneça, apenas ressaca física e moral. Não há festa do espírito, apenas anestesia coletiva e insanidade.
Mais indignante ainda é a chantagem moral a quem critica essa nojeira, que passa a ser acusado de odiar o povo.
Mentira!
O ódio está justamente em reduzir o povo a isso, isto é, a corpos bêbados, drogados, massas sujas e porcas, a indivíduos incapazes de autocontrole. Isso não é respeito; é desprezo travestido de inclusão, esse conceito tão corrompido que vemos em várias áreas da sociedade.
É dizer, nas entrelinhas, que o povo não merece mais do que degradação pública e humilhação coletiva.
O Carnaval de bloquinhos tornou-se o retrato fiel de um país que troca disciplina por desordem, dignidade por licenciosidade, alegria por devassidão. Um país que prefere o barulho à reflexão, o excesso ao equilíbrio, o instinto à razão. A degradação abriu o caminho, a depravação montou o espetáculo, e muitos, já no fundo do poço, ainda chamam isso de felicidade.
Felicidade? Onde?
Indignar-se diante disso não é moralismo barato; é lucidez de quem entende e sabe diferenciar o certo do errado, o que convém do que não convém, o divino do satânico, e o agradável daquilo que é nojento.
Porque quando a sujeira vira símbolo, a promiscuidade vira bandeira e a devassidão vira política cultural, o que está em jogo não é a festa de alguns dias, mas a própria ideia do que significa ser humano.
Essa imundície coletiva revela o estado da alma de muitos, e expressa com muita clareza o nível de maturidade de um povo que não consegue enxergar um palmo na frente do próprio nariz.
São como folhas secas levadas pelo vento da insensatez e ignorância.
E assim caminhamos rumo ao abismo.
Anselmo Neves.
Não… na verdade você não queria surtar.
Você só queria ser ouvida.
Você só queria que alguém percebesse o peso que você vem carregando em silêncio.
Você só queria um colo, um descanso, uma palavra amiga.
Porque tem dias que a gente não tá fraca…
a gente só tá cansada de ser forte o tempo todo.
E eu aprendi uma coisa: quando ninguém tem tempo pra ouvir a gente, Deus está DESEJANDO nos ouvir.
Com Deus eu posso desabafar em qualquer momento.
Em qualquer lugar.
No meio da correria, no meio da casa bagunçada, no meio da ansiedade, no meio do cansaço.
Não precisa cenário perfeito.
Não precisa força.
Não precisa nem palavras bonitas.
Só um coração aberto.
Deus não apenas ouve…
Ele acolhe.
Ele cura.
Ele direciona.
E melhor, Ele responde.
📖 “Clama a mim, e responder-te-ei…” (Jeremias 33:3)
Então na verdade, você não está precisando surtar…
você só precisa lembrar que tem um Pai que te escuta quando ninguém mais te vê. 🙏✨
A oração é o gesto de fé que diz:
“Senhor, eu não sei como resolver… mas Tu sabes. Eu não consigo… mas Tu podes. Eu não entendo… mas Tu vês o que eu não vejo.”
Quando oramos, não apenas falamos com Deus; nós transferimos o peso, tiramos das nossas mãos as pedras que ferem, para colocar nas mãos d’Aquele que molda. O que para nós é aflição, para Ele é matéria-prima de propósito. Nada é desperdiçado nas mãos de Deus. Nenhuma lágrima é inútil. Nenhum sofrimento é vão. Ele transforma tudo. Ele redireciona, renova e dá significado ao que parecia um fim.
Amémm?
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*Seus versículos*
PALAVRA PROFÉTICA PARA 2026
Eu profetizo sobre a sua vida que 2026 será um ano em que o amor de Deus será a base de tudo o que você fizer. Eu declaro que o Senhor está alinhando o seu coração para que cada palavra, cada atitude e cada serviço fluam do amor verdadeiro, aquele que vem do céu.
Eu profetizo que Deus está retirando todo cansaço, toda frustração e toda tentativa de fazer no esforço humano, e está te conduzindo a viver no descanso do amor d’Ele. Nada será vazio, nada será em vão, porque tudo o que você fizer em amor terá valor eterno.
Eu declaro que seus dons, sua fé e sua entrega serão revestidos de um amor maduro, curador e transformador. Onde você chegar, o amor de Cristo será manifesto, quebrando barreiras, curando feridas e restaurando vidas
Eu profetizo que em 2026 você viverá colheitas de tudo o que semeou em amor, muitas vezes em silêncio. Deus te honrará, te fortalecerá e te dará alegria no caminhar.
O amor será sua marca, sua linguagem e sua maior vitória.
Assim seja !
Assim eu profetizo, em nome de Jesus. Amém.
Tem gente que confunde coragem com arrogância… e acha que pode “peitar” aquilo que Deus está levantando.
Tem gente que persegue, provoca, humilha, tenta apagar o brilho, porque não suporta ver o avanço do outro.
Mas a verdade é simples e poderosa: quem toca no ungido de Deus, não está comprando briga com uma pessoa — está comprando briga com o próprio Deus.
Davi parecia pequeno diante de Golias… só que o céu já tinha decretado quem venceria.
Salmos 105:15 não é só um versículo — é um aviso: Deus guarda, sustenta e defende aquilo que Ele mesmo escolheu.
Então, antes de revidar, ora. Antes de responder, entrega. Antes de se desesperar, lembra quem está do teu lado.
Agora me diz: qual “Golias” tem tentado te intimidar ultimamente — e o que tem gente fazendo que Deus está te mandando entregar nas mãos dEle?
A língua falada por Jesus Cristo era, muito provavelmente, o aramaico, que era a língua comum na região da Palestina no século I. Embora o hebraico fosse a língua religiosa e utilizada em textos sagrados, o aramaico era a língua falada no dia-a-dia pela maioria da população, incluindo Jesus e seus discípulos. Além disso, o grego, língua franca do Império Romano, também era conhecido e utilizado em algumas situações, como em contatos com autoridades romanas.
A correção dói. Ela fere o orgulho, confronta o ego e mexe com a nossa vontade. Mas a Palavra de Jeová. diz: “Melhor é a repreensão feita abertamente do que o amor oculto. Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos.” — Provérbios 27:5-6
Quem te ama de verdade não vai te ver indo pelo caminho errado e ficar em silêncio. Vai te alertar, te chamar de volta, te lembrar dos princípios de Jeová.
O verdadeiro amor é aquele que corrige com firmeza, mas com ternura, com a intenção de salvar, não de ferir.
Pense em Jesus. Ele corrigia os discípulos, não porque os desprezava, mas porque os preparava para algo maior. Ele não aprovava erros, mas sempre oferecia caminho para mudança. Isso é amor verdadeiro.
Reflexão para hoje:
Quem tem andado ao seu lado? São pessoas que te aproximam de Deus ou que te afastam?
Você tem dado ouvidos à correção, ou tem fugido dela?
Ore pedindo humildade para aceitar a correção e sabedoria para discernir quem realmente te ama.
Satanás usa bajuladores. Gente que diz: “Deus entende”, “todo mundo faz”, “não é tão grave assim”…
Mas Jesus usa pessoas espirituais, que te dizem na cara:
“Você está errado. Volta antes que seja tarde.”
Não se engane. No fim, quem passa pano pro seu erro, não quer tua salvação, quer tua perdição.
Ore ao Senhor Jesus hoje:
“Pai, afasta de mim todo falso amigo, todo laço disfarçado. Me cerca de pessoas que me amam o suficiente pra me corrigir. Me dá humildade pra ouvir Tua voz, mesmo quando dói.”
“A repreensão é o caminho da vida.” — Provérbios 6:23
Palavras do pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém.
2 Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.
3 Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?
4 Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
5 Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu.
6 O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.
7 Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.
8 Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
9 O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.
10 Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.
11 Já não há lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, entre os que hão de vir depois.
12 Eu, o pregador, fui rei sobre Israel em Jerusalém.
13 E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar.
14 Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito.
15 Aquilo que é torto não se pode endireitar; aquilo que falta não se pode calcular.
16 Falei eu com o meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci, e sobrepujei em sabedoria a todos os que houve antes de mim em Jerusalém; e o meu coração contemplou abundantemente a sabedoria e o conhecimento.
17 E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras, e vim a saber que também isto era aflição de espírito.
18 Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor.
Daniel interpreta o sonho de Nabucodonosor
¹ No segundo ano do reinado de Nabucodonosor, teve este um sonho; o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono.
² Então, o rei mandou chamar os magos, os encantadores, os feiticeiros e os caldeus, para que declarassem ao rei quais lhe foram os sonhos; eles vieram e se apresentaram diante do rei.
³ Disse-lhes o rei: Tive um sonho, e para sabê-lo está perturbado o meu espírito.
⁴ Os caldeus disseram ao rei em aramaico: Ó rei, vive eternamente! Dize o sonho a teus servos, e daremos a interpretação.
⁵ Respondeu o rei e disse aos caldeus: Uma coisa é certa: se não me fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados, e as vossas casas serão feitas monturo;
⁶ mas, se me declarardes o sonho e a sua interpretação, recebereis de mim dádivas, prêmios e grandes honras; portanto, declarai-me o sonho e a sua interpretação.
⁷ Responderam segunda vez e disseram: Diga o rei o sonho a seus servos, e lhe daremos a interpretação.
⁸ Tornou o rei e disse: Bem percebo que quereis ganhar tempo, porque vedes que o que eu disse está resolvido,
⁹ isto é: se não me fazeis saber o sonho, uma só sentença será a vossa; pois combinastes palavras mentirosas e perversas para as proferirdes na minha presença, até que se mude a situação; portanto, dizei-me o sonho, e saberei que me podeis dar-lhe a interpretação.
¹⁰ Responderam os caldeus na presença do rei e disseram: Não há mortal sobre a terra que possa revelar o que o rei exige; pois jamais houve rei, por grande e poderoso que tivesse sido, que exigisse semelhante coisa de algum mago, encantador ou caldeu.
¹¹ A coisa que o rei exige é difícil, e ninguém há que a possa revelar diante do rei, senão os deuses, e estes não moram com os homens.
¹² Então, o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os sábios da Babilônia.
¹³ Saiu o decreto, segundo o qual deviam ser mortos os sábios; e buscaram a Daniel e aos seus companheiros, para que fossem mortos.
¹⁴ Então, Daniel falou, avisada e prudentemente, a Arioque, chefe da guarda do rei, que tinha saído para matar os sábios da Babilônia.
¹⁵ E disse a Arioque, encarregado do rei: Por que é tão severo o mandado do rei? Então, Arioque explicou o caso a Daniel.
¹⁶ Foi Daniel ter com o rei e lhe pediu designasse o tempo, e ele revelaria ao rei a interpretação.
¹⁷ Então, Daniel foi para casa e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros,
¹⁸ para que pedissem misericórdia ao Deus do céu sobre este mistério, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem com o resto dos sábios da Babilônia.
¹⁹ Então, foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; Daniel bendisse o Deus do céu.
²⁰ Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus, de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder;
²¹ é ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes.
²² Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.
²³ A ti, ó Deus de meus pais, eu te rendo graças e te louvo, porque me deste sabedoria e poder; e, agora, me fizeste saber o que te pedimos, porque nos fizeste saber este caso do rei.
²⁴ Por isso, Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para exterminar os sábios da Babilônia; entrou e lhe disse: Não mates os sábios da Babilônia; introduze-me na presença do rei, e revelarei ao rei a interpretação.
²⁵ Então, Arioque depressa introduziu Daniel na presença do rei e lhe disse: Achei um dentre os filhos dos cativos de Judá, o qual revelará ao rei a interpretação.
²⁶ Respondeu o rei e disse a Daniel, cujo nome era Beltessazar: Podes tu fazer-me saber o que vi no sonho e a sua interpretação?
²⁷ Respondeu Daniel na presença do rei e disse: O mistério que o rei exige, nem encantadores, nem magos nem astrólogos o podem revelar ao rei;
²⁸ mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios, pois fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser nos últimos dias. O teu sonho e as visões da tua cabeça, quando estavas no teu leito, são estas:
²⁹ Estando tu, ó rei, no teu leito, surgiram-te pensamentos a respeito do que há de ser depois disto. Aquele, pois, que revela mistérios te revelou o que há de ser.
³⁰ E a mim me foi revelado este mistério, não porque haja em mim mais sabedoria do que em todos os viventes, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses as cogitações da tua mente.
³¹ Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta, que era imensa e de extraordinário esplendor, estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível.
³² A cabeça era de fino ouro, o peito e os braços, de prata, o ventre e os quadris, de bronze;
³³ as pernas, de ferro, os pés, em parte, de ferro, em parte, de barro.
³⁴ Quando estavas olhando, uma pedra foi cortada sem auxílio de mãos, feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou.
³⁵ Então, foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a palha das eiras no estio, e o vento os levou, e deles não se viram mais vestígios. Mas a pedra que feriu a estátua se tornou em grande montanha, que encheu toda a terra.
³⁶ Este é o sonho; e também a sua interpretação diremos ao rei.
³⁷ Tu, ó rei, rei de reis, a quem o Deus do céu conferiu o reino, o poder, a força e a glória;
³⁸ a cujas mãos foram entregues os filhos dos homens, onde quer que eles habitem, e os animais do campo e as aves do céu, para que dominasses sobre todos eles, tu és a cabeça de ouro.
³⁹ Depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra.
⁴⁰ O quarto reino será forte como ferro; pois o ferro a tudo quebra e esmiúça; como o ferro quebra todas as coisas, assim ele fará em pedaços e esmiuçará.
⁴¹ Quanto ao que viste dos pés e dos artelhos, em parte, de barro de oleiro e, em parte, de ferro, será esse um reino dividido; contudo, haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois que viste o ferro misturado com barro de lodo.
⁴² Como os artelhos dos pés eram, em parte, de ferro e, em parte, de barro, assim, por uma parte, o reino será forte e, por outra, será frágil.
⁴³ Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão mediante casamento, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.
⁴⁴ Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre,
⁴⁵ como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. O Grande Deus fez saber ao rei o que há de ser futuramente. Certo é o sonho, e fiel, a sua interpretação.
⁴⁶ Então, o rei Nabucodonosor se inclinou, e se prostrou rosto em terra perante Daniel, e ordenou que lhe fizessem oferta de manjares e suaves perfumes.
⁴⁷ Disse o rei a Daniel: Certamente, o vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos reis, e o revelador de mistérios, pois pudeste revelar este mistério.
⁴⁸ Então, o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitos e grandes presentes, e o pôs por governador de toda a província da Babilônia, como também o fez chefe supremo de todos os sábios da Babilônia.
⁴⁹ A pedido de Daniel, constituiu o rei a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego sobre os negócios da província da Babilônia; Daniel, porém, permaneceu na corte do rei.
Daniel 2:1-49